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Josephine Langford e Olly Sholotan falaram com exclusividade à Hero Magazine sobre a indústria do cinema, o filme em que atuaram juntos (Gigi & Nate), sobre o seriado de televisão Bel-Air e muito mais. Confira a tradução da matéria na íntegra:

Josephine Langford: Olá! O que é você está fazendo no momento?

Olly Sholotan: Na verdade, logo antes desta ligação começar, estávamos falando sobre o novo trailer de Bel-Air (Bel-Air é uma série de televisão via streaming de drama. É uma versão reimaginada do seriado The Fresh Prince of Bel-Air) que saiu ontem. É realmente emocionante porque acho que estamos no momento em que está se tornando real, real, sabe do que estou falando? Eu lembro quando eu consegui a série, você foi uma das primeiras pessoas para quem liguei. Eu estava tipo: “Jo, você quer saber uma coisa louca?!” (Risos). Você me ouviu gritando sobre isso no telefone, agora estamos no ponto em que estamos, a três ou mais semanas do lançamento. Estamos no meio da imprensa e nos últimos dias de filmagem. Tudo está mudando, é um caos e é adorável.

Josephine: Você não terminou (de gravar) a série?

Olly: Estamos filmando os dois últimos episódios agora. Tudo é super agridoce porque, como elenco, todos nos tornamos tão próximos — desde que todos vivemos em Los Angeles, então nós vamos nos ver, mas é diferente de aparecer para trabalhar todos os dias. Lembro-me de quando fizemos Gigi & Nate, nossos quartos de hotel eram próximos um do outro, então passamos tanto tempo juntos — eu te incomodava o tempo todo.

Josephine: Acho que uma das primeiras coisas que lhe disse foi: “Deixe-me saber se eu tenho terrores noturnos, se você me ouvir gritando no meio da noite…” (ambos riem).

Olly: Eu te assustei porque…

Josephine: …Porque você me disse que eu tinha tido terrores noturnos! (Risos).

Olly: Você estava tipo: “Olly, você está falando sério?”. E eu estava tipo: “Sim, houve muitos gritos, muitas batidas, muitos gritos de gelar o sangue”. Eu mantive isso por um dia ou dois, desculpe.

Josephine: Eu pensei que tinha feito um exorcismo. Eu fiquei tipo: “Acho que isso deve ter acontecido.” (ambos riem).

Olly: E você, no que está trabalhando agora?

Josephine: Acabei de terminar um filme chamado ‘The Other Zoey’, na Carolina do Norte, onde filmamos em ‘Gigi & Nate’. É louco estar de volta ao mesmo lugar no mesmo ano, e tivemos muito da mesma equipe.

Olly: Sério? Uau.

Josephine: Isso é sempre muito bom. Você nunca sabe se vai ver as pessoas novamente, então quando vê, é ótimo.

Olly: Isso realmente se estende ao elenco também. Tivemos sorte em Gigi & Nate, mas é raro que você faz um projeto com alguém, seja elenco ou equipe ou qualquer outra coisa, e você consegue vê-los novamente, porque nosso trabalho é muito nômade.

Josephine: Essa é a piada da indústria, você trabalha com pessoas e então nós não sabemos se vamos nos ver de novo.

Olly: O que realmente me deixou muito triste. Meu primeiro projeto profissional foi em 2019, então ainda sou um bebê na indústria, e lembro que depois daquele filme realmente mexeu comigo, eu fiquei tipo: “Uau, espera aí.”

Josephine: Eu me lembro de você falando sobre isso porque você ainda tinha essa ideia de que “todos seríamos amigos para sempre e que isso era como um ambiente de acampamento”, e então você começa a dizer: “Ah, na verdade talvez eu não te veja novamente.”

Olly: Sim, trabalhamos muito juntos por sete semanas, todos nós nos tornamos o melhores amigos, o diretor, o DP.

Josephine: Você fica muito íntimo das pessoas muito rapidamente e então a natureza dessa indústria é que todo mundo vai para diferentes países e faz projetos diferentes. O lado bom disso é que ensina você a estar no momento e valorizar os relacionamentos que você tem no presente. Você aprende a deixar ir e dizer: “Vou valorizar este tempo que temos, este mês que estamos passando juntos e depois dizer adeus e o que quer que aconteça, vai acontecer”.

Olly: Você definitivamente me ensinou isso. É algo que eu trouxe para minha experiência em ‘Bel-Air’ e concordo que tornou a experiência, pelo menos minhas relações interpessoais, mais significativa.

Josephine: Se você sabe que vai ver alguém depois, pode haver coisas que você não diz, enquanto se você tem essa incerteza, é mais provável que diga as coisas que você quer dizer.

Olly: É interessante, não sei se algum dia vou me acostumar com isso, acho que essa é a carreira.

Josephine: Vocês de Bel-Air parecem ter um vínculo muito forte, que sempre é um bom presságio para séries.

Olly: É ótimo, eu amo cada um deles. Jabari Banks se tornou como um irmão para mim, tivemos essa sessão de fotos no fim de semana e era eu, Jabari, Coco Jones e Akira Akbar — era como se eu estivesse saindo com meus irmãos. Talvez eu seja um pessimista, mas há uma parte de mim que está um pouco assustada porque eu consegui isso em minha primeira série, agora talvez todas as outras séries que eu faça apenas sintam-se inferior a isso.

Josephine: Totalmente.

Olly: Mas quer saber, eu não acho que isso seja verdade. Porque, eu me lembro também de sentir isso quando estávamos na Carolina do Norte fazendo Gigi & Nate, naquele dia todos fomos ao meu quarto de hotel e você, eu e Charlie assistimos Eurovision. (Ambos riem).

Josephine: Toda entrevista que eu já fiz o ‘Eurovision’ aparece — as pessoas vão achar que estou obcecada com isso. (Risos).

Olly: Quero dizer, você não é, NÃO é obcecada…

Josephine: Quero dizer… Tanto faz!

Olly: Eu me lembro daquele dia sendo tipo: “Oh meu Deus, esse elenco é tão bom, e se eu nunca encontrar isso de novo?” Então, estou aprendendo que vários ambientes podem ser bons quando nos encontramos pela primeira vez?

Josephine: Elevador.

Olly: O elevador do hotel na Carolina do Norte. Eu acho que por algum motivo eu iria encontrar Emilio (Garcia-Sanchez) antes. Não, ele e eu chegamos no mesmo vôo, jantamos no quarto do hotel e então obviamente digerimos tudo sobre como as filmagens estavam indo. Porque ele tinha filmado com vocês durante a as gravações em Los Angeles, enquanto eu só filmei na Carolina do Norte, eu fiquei tipo: “Como estão todos? Como está o elenco? Como está Josephine?” E ele estava tipo: “Oh, Jo é adorável.”

Josephine: Ela é uma vadia.

Olly: Ela é a pior! (ambos riem). Então, no dia seguinte, você estava voltando da montagem ou algo assim no elevador e eu pensei: “Hum, essa é uma pessoa loira”, você estava usando uma máscara, então eu fiquei tipo: “Ei, você é Jo?”. Nós não tínhamos filmado nada nesse ponto e, eventualmente, tivemos uma conversa real. Um fato divertido que eu zombei de você várias vezes é que você é terrível em despedidas.

Josephine: Josephine não tem habilidades sociais, é o que estamos aprendendo.

Olly: Isso não é verdade porque aqui ainda somos amigos (ambos riem). Filmamos Gigi & Nate seis ou sete meses atrás?

Jo: Que bacana.

Olly: O que você achou de mim quando nos encontramos pela primeira vez?

Josephine: Eu realmente não me lembro do elevador, eu me lembro de conhecê-lo no set e imediatamente começamos a conversar. Eu estava tipo: “Oh, ótimo, outro bom ovo na caixa de ovos”.

Eu quero perguntar a você como você percebe o sucesso, porque eu tive conversas recentes de como há pessoas que dizem que você é bem-sucedido, mesmo que você não pense que você é, e então você diz: “Bem, por qual métrica estou medindo isso?”. Porque quando você consegue aquele primeiro emprego você fica tipo: “Consegui, sou bem-sucedido, estou trabalhando como ator porque eu reservei um emprego.” Então, mais tarde, você começa a dizer: “Mas eu não posso pagar o aluguel ainda. Então eu não sou um sucesso como ator até eu conseguir pagar o aluguel.” Então talvez você possa pagar o aluguel, mas não está se sentindo um sucesso como ator porque você não consegue “aqueles” projetos.

Olly: Sim. Porque para mim, na minha cabeça, você é uma das atrizes mais bem sucedidas (em questão de sucesso) que eu conheço.

Jo: E eu vou dizer que não, não sou.

Olly: Isso é loucura, você tem quatro milhões de seguidores no Instagram.

Josephine: Mas eu não acho que isso signifique alguma coisa.

Olly: Quero dizer, com certeza, a mídia social é apenas a mídia social, mas você impactou pelo menos quatro milhões de pessoas o suficiente para que elas queiram saber mais sobre sua vida.

Josephine: Metade deles provavelmente são bots (ambos riem).

Olly: É engraçado porque todos nós determinamos o sucesso de forma muito diferente.

Josephine: O obstáculo muda e acho que você precisa estar ciente disso. E a propósito, não estou falando de um sentido objetivo, mas pessoal, sobre como eu defino sucesso, é importante estar ciente de que seu obstáculo está mudando. O que você disse outro dia que foi realmente perspicaz?

Olly: Você tem que se dar permissão para lutar.

Jephine: Para entender que se você está insatisfeito com alguma coisa, é porque você está indo alto, e esteja ciente de que você está definindo esse obstáculo. Se você está desapontado por não ter recebido aquele filme do Oscar ou por não ter sido indicado para esse papel, apenas esteja ciente de quão alto esse obstáculo é.

Olly: Eu acho que você tinha acabado de voltar das filmagens e estava falando sobre Meryl Streep e estava tipo: “Bem, Meryl Streep teria feito isso blá blá”. Eu estava tipo: “Sim, mas você está definindo seus obstáculos em Meryl Streep”.

Josephine: Acho importante ter grandes expectativas.

Olly: Isso, atire para a lua (espere pelo melhor). Por que definir meu obstáculo mais abaixo do que eu acho que mereço? Eu tenho que reconhecer que se eu ficar apenas do lado de cá, eu deixei minhas expectativas bem altas.

Josephine: Atire para a lua, mas acabei de perceber que as viagens espaciais ainda não são super acessíveis.

Olly: E é muito caro.

Josephine: Isso é uma metáfora ruim?

Olly: Acho que isso se traduziu. Apenas para ilustração, Jo tinha o maior sorriso no rosto ao dizer isso.

Josephine: Eu ia dizer que não é privatizado (viagens espaciais), mas o Elon Musk está fazendo isso.

Olly: Está se tornando privatizado, acho que as viagens espaciais privadas serão boas a longo prazo. Acho que teremos que lidar com ramificações ambientais em que já estamos sonhando com detritos espaciais.

Josephine: As viagens espaciais estão morrendo, porque tivemos a corrida espacial e então fomos para: “Ok, legal, terminamos”. Depois houve falta de interesse, falta de financiamento. Chegamos à lua, o que mais vamos fazer? Nada. Eu acho que o que é bom nisso é que renovou o interesse e te empurra como uma corrida para tentar fazer algo novo.

Olly: Exatamente. Mas acho que precisamos de regulamentação… Essa é uma conversa totalmente diferente (Risos). Fazemos isso o tempo todo, eu te ligo ou ligo por FaceTime para falar sobre alguma coisa muito específica e vamos pela tangente.

Josephine: Sobre as viagens espaciais sendo privatizadas. Sabe o que eu fiz? Eu estava no set outro dia e — novamente pela tangente — havia uma música que estava presa na minha cabeça e eu não conhecia a música, o que eu disse quando te liguei?

Olly: Você estava tipo: “Olly, isso é uma emergência!”

Josephine: Eu te mandei um áudio e disse: “Qual é a música? (hums)”, então você não respondeu, então eu liguei para você porque estava incomodando todo mundo no set e ninguém conseguia descobrir. Mas de qualquer forma, era a música do Ketchup.

Olly: De volta às questões de sucesso (risos), não sei o quanto disso tem a ver com o obstáculo anormalmente alto que coloquei para mim ou o que quer que seja, mas obviamente eu consegui (Bel-Air) e estou tão animado e as pessoas estão tipo: “Uau Olly, você conseguiu, você é um ator.” Mas eu disse: “Do que você está falando? Este é um projeto”. Eu ainda preciso pegar o próximo, depois o próximo.

Josephine: Acho que minha visão de sucesso está mudando para ser mais sobre satisfação pessoal. Está mudando porque estou tão ciente de que você pode fazer um trabalho que muitas pessoas veem, uma grande série ou algo assim, mas se você não está orgulhoso da totalidade dessa coisa, acho que é melhor fazer um curta-metragem que você acha que é incrível — o que pode ser de baixo orçamento ou talvez você não tenha recebido nada.

Olly: Há um elemento de sustentabilidade, emocionalmente, porque atuar é um trabalho muito exigente.

Josephine: Você é bem-sucedido se não estiver satisfeito com o trabalho que está fazendo? Você pode se sustentar financeiramente, hipoteticamente, isso é sucesso? Eu acho que deve haver um grau de felicidade com onde você está.

Olly: Tive tanta sorte com Bel-Air porque as pessoas com quem estou trabalhando, o trabalho que estou fazendo, a história que estou contando, tudo isso alimenta minha alma emocionalmente. Se você não está tendo essa satisfação emocional, é difícil se levantar de manhã e voltar à isso. Isso leva a outra pergunta: que tipo de trabalho é importante fazer agora?

Josephine: Eu estava pensando na Pixar ontem à noite, a animação é muito interessante porque as pessoas consideram um gênero, mas não é. Drama, comédia, romance, esses são gêneros, animação é um estilo de cinema. Eu estava pensando como eu provavelmente vi todos os filmes da Pixar pelo menos cinco vezes, eles são brilhantes.

Olly: Você ama os filmes da Pixar.

Josephine: Quem não gosta? Eles são geniais.

Olly: Você é a única pessoa que eu conheço que me enviou um Snapchat chorando depois de ver Ratatouille e dizendo: “Olly, você não entende, ele é um rato e sabe cozinhar!” (Ambos riem). Mas eu concordo.

Josephine: Eu estava pensando sobre as histórias que são tão universais e acessíveis, a Pixar pode fazer você chorar com um personagem principal que não usa diálogos para o filme inteiro – e é um robô, tipo?! Mas enfim, que tipo de trabalho é importante fazer agora? Acho que com a pandemia, essa é uma pergunta pertinente porque todo mundo tem essa ideia de “vamos fazer filmes sobre a pandemia porque as pessoas vão querer ver isso”. Então mudou para “Surpresa! As pessoas não querem ver isso – vamos apenas fazer coisas que sejam realmente divertidas”. Acho que estamos entrando nessa era de conteúdo descartável, que pessoalmente não gosto. Conteúdo descartável em que você escreve um filme muito rápido, filma muito rápido, lança muito rápido, as pessoas assistem por um dia em um serviço de streaming e nunca mais.

Olly: Eu quero desafiar seu conteúdo descartável (teoria) nisso, claro, eu acho que do nível institucional até os serviços de streaming, poderia ser descartável para eles, mas você acha que é para os criadores?

Josephine: Esse é um ponto muito bom. Talvez para as outras pessoas envolvidas, isso possa ser considerado descartável ou uma coisa rápida que eles estão fazendo e seguindo em frente, mas para os roteiristas, com a habilidade necessária para escrever um filme, você não faria isso se não se preocupe em um certo nível com o que você está fazendo.

Olly: É um trabalho de amor. Eu entendo o que você está dizendo, porém, isso realmente ilumina o lugar estranho em que estamos na mídia agora, onde o conteúdo é mais acessível, o que é adorável, mas há muito disso agora. Eu acho que no nível do consumidor, a internet apresenta essa faca de dois gumes, porque por um lado facilitou a acessibilidade de tantos criadores e tanto conteúdo, mais pessoas têm empregos, acho isso lindo. Mas concordo que o conteúdo não é tão valioso.

Josephine: Também somos nós, jovens, pensando que estamos sendo perspicazes, mas Hollywood sempre operou de uma certa maneira porque essa é a natureza da indústria. As coisas ficam verdes onde as pessoas vão, “Como diabos isso foi iluminado?” E há coisas incríveis que nunca são financiadas e nunca são feitas porque o estúdio não vai ganhar dinheiro com elas.

Olly: Adoro assistir filmes com você.

Josephine: Porque eu critico tudo.

Olly: É isso, não é crítica, você aponta coisas que eu não vejo, como a última vez que fomos ver um filme…

Josephine: Nós assistimos a esse filme e eu fiquei tipo, “Eles poderiam ter começado o filme neste momento e poderiam ter cortado essas cenas e teria sido um filme melhor”. Eu sou a pior companhia para assistir à um filme (Risos).

Olly: Eu acho que você tem esse cérebro brilhante de escritora, diretora e produtora – é aí que você vê sua carreira indo?

Josephine: Eu adoraria fazer isso, mas quero mais experiência antes.

Olly: Eu acredito tão profundamente que você nunca estará pronta. Como você sabe, eu escrevo, produzo, faço música, e eu diria que só no ano passado eu fiz música que eu estava tipo, “Estou super orgulhoso disso, eu amo esse trabalho.”

Josephine: Eu me lembro de você dizer: “É importante fazer isso, praticar e cometer esses erros.”

Olly: Acho que só praticando ser ruim em alguma coisa você será bom nisso.

Josephine: Exatamente.

Olly: Você tem que dar um salto de fé, mas também fazê-lo com inteligência, porque muitas vezes você só consegue uma chance… bem, não uma chance.

Josephine: Eu diria que com a direção você tem uma chance, acho que sua estreia é muito importante.

Olly: Talvez não como músico porque nem todo mundo vai ouvir, mas se você ouvisse meu primeiro EP eu acho que você nunca mais me ouviria – eu o tirei das plataformas de streaming. (Risos), Mas estou orgulhoso do que consegui fazer com uma cópia pirata do FL Studio e um microfone USB no meu apartamento da faculdade. Eu escuto de volta e fico tipo, “Ei, eu fiz tudo isso com esse pequeno laptop de merda.”

Josephine: É por isso que acho que você vai se sair tão bem porque tem uma visão muito saudável e positiva do trabalho e da vida.

Olly: Mas eu acho muito difícil que, de certa forma, para ser bem sucedido nesta indústria você tenha que não se importar com o que as pessoas pensam. Mas, ao mesmo tempo, o que as pessoas pensam é fundamental para o seu sucesso. Então, o que mais importa para o sucesso de nossa carreira é o que menos nos importa.

Josephine: É algo paradoxal. É difícil e acho que é por isso que tantas pessoas lutam com essa indústria porque a arte atrai pessoas que são sensíveis e introvertidas e se importam profundamente, mas a menos que você seja capaz de aprender a ter limites e não se importar com críticas… Porque as pessoas vão criticar como você anda, como você fala, como você anda, como você se parece, seu desempenho, com quem você está namorando, sua pele, tudo. Se você não pode desligar isso, você não pode sobreviver. É sobre escolher quem você ouve e não acho que isso se aplique apenas à indústria, mas também à vida.

Fonte: HERO Magazine. | Tradução e Adaptação: Josephine Langford Online.