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Laura e Kate Mulleavy, a dupla de irmãs de Los Angeles por trás da marca: tornaram-se sinônimo de retratos estilizados e vinhetas magistrais que apresentaram ao invés de uma passarela para suas coleções. De fato, você poderia argumentar que seu lookbook (uma coleção de fotografias compiladas para mostrar um modelo, fotógrafo, estilo, estilista ou linha de roupas) de tática de guerrilha Primavera/Verão 2020 foi pioneiro no aumento das apresentações de moda digital que prevaleceram durante a pandemia.

Para sua coleção mais recente, um conjunto meticulosamente selecionado de atrizes emergentes canaliza o espírito de Anna Karenina – a socialite russa envolvida com amor e luxúria – e Odette de Swan Lake.

Pessoas como Mandy Moore, Lili Reinhart, Camila Mendes, Iris Apatow, Charli XCX, Kaitlyn Dever, Lara Condor, Jasmin Savoy Brown e Josephine Langford reinterpretam tropos de balé – leia-se: vestidos de tule, sapatilhas de ponta e malhas – com novo zelo, jogando fora os arquétipos do que um conjunto de balé tradicional deve ser.

A coleção é fantástica – combinando a natureza subversiva e inesperada dos designs de “Rodarte” com a tradição e a beleza atemporal da estética do balé. Mais ainda, esta coleção não é uma interpretação exagerada do balletcore (O Balletcore é naturalmente o próximo passo na evolução do vestuário ativo, partindo da lycra e do nylon justos em favor do algodão e da caxemira macios como manteiga. Em vez de roupa ativa para estética, é para função – utilitária e prática por natureza) é genuinamente usável e não vai fazer você parecer que está brincando de se vestir. Na verdadeira forma “Rodarte”, as silhuetas contrastam entre os slips de cetim justos e os volumosos vestidos de manga bufante. A paleta de cores é rosa millennial e azul bebê, mas toques de laranja queimado de sol ou carmesim ousado lembram que há mais nas peças do que aparenta.

Apesar do balletcore ter aumentado em popularidade este ano, essa tendência não é nova de forma alguma. O designer australiano Zimmermann aproveitou o balé para sua coleção primavera/verão 2020 intitulada ‘The Dancer’. Durante a Semana de Moda de Paris, a Miu Miu fez um caso para que as sapatilhas fossem usadas como sapatilhas de balé, com o número de cetim se tornando um favorito da temporada da indústria. Simone Rocha também prestou homenagem ao folclore irlandês que inspirou Swan Lake com sua coleção etérea na London Fashion Week. Também vale a pena notar a correlação entre o polêmico ‘Fox Eye’ de Julia Fox e a maquiagem de Natalie Portman do filme vencedor do Oscar de 2010 Cisne Negro. A única coisa que precisamos para complementar a coleção? Uma noite no balé, claro.

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Fonte: ELLE Australia. | Tradução e Adaptação: Josephine Langford Online.