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Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin, principais rostos de ‘After: Depois da Promessa’, conversam sobre a mudança de seus personagens e o destino final deles para a Vanity Fair Itália.

O quarto filme da saga best-seller de Anna Todd chega em 28 de setembro no Prime Vídeo. É uma nova montanha-russa com Hardin e Tessa, interpretados por Hero Fiennes Tiffin e Josephine Langford, que nesta entrevista contam o que esperar do novo capítulo.

A história entre Tessa e Hardin é uma montanha-russa. Tem sido assim desde o início de After Ever Happy, o quarto filme da série cinematográfica baseada nos romances de Anna Todd, não é exceção, disponível no Prime Video a partir de 28 de setembro. Há o ápice do amor e da paixão e logo depois, justamente quando parece vislumbrar serenidade, a descida ao abismo da incompreensão, do ciúme, da dor, do medo de ser ferido. Tessa e Hardin se atraem e se repelem, buscam e se perdem. De novo e de novo.

Há altos e baixos emocionais que são emocionantes de assistir, mas exaustivos de experimentar. — “Eu não aconselharia nenhum cara, que esteja assistindo ao filme, a experimentar um relacionamento emocional de altos e baixos. Basta nos ver na tela e depois procurar um que funcione sem problemas”, sorri Hero Fiennes Tiffin, que faz 25 anos em novembro e interpreta o sombrio protagonista Hardin Scott no filme. E imperdível ao lado dele está Josephine Langford, nascida em 1997, que interpreta Tessa Young.

Em After Ever Happy, que começa exatamente onde o filme anterior terminou, o casal imediatamente descobre um segredo do passado que atrapalha a vida de Hardin. Diante dessa nova dificuldade, os dois reagem de forma diferente: ele se fecha como um ouriço e afasta tudo e todos; ela tenta alcançá-lo e luta sozinha por ambos. Só então entende que o caminho da salvação vai em outra direção e requer, pelo menos por um tempo, solidão, pausa e espaço para si mesmos. Em After 4 ambos os protagonistas são obviamente diferentes do primeiro filme.

Josephine Langford, como Tessa mudou?

JL: Tessa começa como uma garota que vai para a faculdade, com inocência e ingenuidade, uma certa visão de mundo. Ela passou por uma enorme mudança física, emocional e sexual.

Tessa também enfrenta um evento trágico neste filme, após o qual ela diz que precisa ficar sozinha. — “Todo mundo reage à dor de forma diferente”, continua Langford. “Tessa precisa de espaço, ela está realmente sobrecarregada e exausta. Ela levantou uma espécie de muro e fechou todo mundo ali; ela está convencida de que a melhor solução é ficar sozinha. Há uma cena na estufa onde é bastante evidente.”

Por outro lado, é muito difícil para Hardin dar a Tessa o tempo e o espaço que ela pede. Hero Fiennes Tiffin, por quê?

HFT: “Ele se sente compelido a fazer isso”, diz Fiennes Tiffin. Hardin está tão atraído por Tessa, e sua vida é tão melhor com ela, que no final ele muitas vezes, egoisticamente, não entende o quanto é importante dar espaço para a outra pessoa, tentar amar à distância e se concertar antes de viver um relacionamento.

O que mais é preciso para fazer um relacionamento funcionar bem? E o que se torna um obstáculo em vez disso?

JL: Acredito que uma relação, para ser bem sucedida, tem simplesmente de ser adequada às pessoas que a vivem. E isso se aplica não apenas aos relacionamentos românticos, mas também aos platônicos, profissionais… A comunicação é muito importante e, até certo ponto, pode ajudar. Sua falta, não expressar necessidades e desejos na suposição de que a outra pessoa já os conhece, é um grande obstáculo.

HFT: É difícil responder, porque obviamente as pessoas vivem em situações completamente diferentes. Todos podem ser felizes juntos por um tempo, mas talvez o maior obstáculo seja poder passar por todas as mudanças da vida, sejam elas quais forem.

Tessa e Hardin se parecem com vocês de alguma forma?

JL: Eu acho que para ser capaz de interpretar um personagem você tem que ser capaz de encontrar um pouco dele ou dela em si mesmo. Certamente há coisas na Tessa com as quais me identifico… reconheço-me na sua curiosidade e em algumas partes do seu percurso.

HFT: Tenho a sensação de que é difícil não se apropriar de algumas das qualidades do personagem que você interpreta. É como quando você conhece alguém muito legal e, talvez você diga: ‘gostei, poderia tentar me comportar da mesma maneira.’ Houve alguns aspectos de Hardin que me fizeram pensar que eu não queria ser assim, que nunca seria esse tipo de pessoa. Então, percebi no final do filme, que era exatamente assim que ele reagiria se ele interpretasse um personagem. Ao fazer o papel do mal-humorado e chateado com o mundo por tantas horas, é fácil se encaixar. Acho que Hardin me contagiou com sua angústia e irritabilidade, que é uma característica divertida de se entregar. Mas no fundo somos ambos boas pessoas. Tenho a impressão de me tornar mais parecido com ele à medida que a franquia continua.

O final do filme é definitivamente aberto. O que vem a seguir para Tessa e Hardin?

HFT: É muito bom que, quando o filme terminar, os fãs possam discutir o que acham que vai acontecer ou deve acontecer. Deixar o final em aberto é sempre divertido.

JL: Podemos tranquilizar os fãs, Tessa e Hardin terão seu final. Resta-nos esperar.

Fonte: Vanity Fair Itália. | Tradução e Adaptação: Josephine Langford Online.